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“Inquietude na contemporaneidade”







Série Mãos que expressam. Arte digital






Esculturas de ferro


Aranha. Fragmento da instalação artística




Série Infância precoce. Técnica nanquim, lápis e giz de cera.

“Inquietude na contemporaneidade” de Denissena na Galeria do Solar Ferrão


Produções inéditas do artista visual Denissena podem ser conferidas a partir de 08/11 na Galeria do Centro Cultural Solar Ferrão (Pelourinho). A exposição “Inquietude na contemporaneidade” reúne trabalhos em 6 linguagens: 20 pinturas acrílicas sobre telas; 7 impressões de arte digital; 3 desenhos com aplicação das técnicas lápis, nanquim e lápis de cor; 3 esculturas de ferro com arte grafite e uma instalação produzida com materiais reaproveitados. Curadoria de arte: Cristiano Cardoso. Em cartaz até 25/01/20.




“Inquietude na contemporaneidade” de Denissena na Galeria do Solar Ferrão







































Produções inéditas do artista visual Denissena podem ser conferidas a partir de 08/11 na Galeria do Centro Cultural Solar Ferrão (Pelourinho). A exposição “Inquietude na contemporaneidade” reúne trabalhos em 6 linguagens: 20 pinturas acrílicas sobre telas; 7 impressões de arte digital; 3 desenhos com aplicação das técnicas lápis, nanquim e lápis de cor; 3 esculturas de ferro com arte grafite e uma instalação produzida com materiais reaproveitados. Em cartaz até 25/01/20.

Nas produções de pinturas em telas, arte digital e grafite, Denissena traz as expressões das figuras humanas, dialogando sobre as questões étnicas-raciais, gênero e identidade. Nos desenho surge a denúncia que revela as injustiças sociais, com a composição do cenário urbano. Nas esculturas, ele retrata a luta do ser humano com as expressões e formas em 3D. Na instalação produzida com materiais reaproveitados, traz a questão ambiental, convidando o público a refletir e contemplar o movimento das aranhas. “A ideia é dialogar sobre as direções e escolhas do ser humano. Trago a simbologia da aranha e outros elementos universais na composição da obra que traduz um pouco do movimento da vida. A construção é orgânica e cheia de metáforas visuais”, informa o artista.

Sobre o tema da exposição, Denissena diz que são muitas inquietudes. “A exposição traduz a minha inquietação em relação com a arte no cotidiano. A contemporaneidade traz a característica, particularidade ou estado de ser contemporâneo; qualidade de existir ao mesmo tempo; coexistência. Além disso, há um bom tempo venho desejando realizar uma exposição com diversas linguagens visuais. Para esta nova exposição, eu pintei figuras humanas – onde trago os meus personagens -, além do estilo abstrato, paisagem urbana e elementos universais materializados na instalação. Trabalho com diversas temáticas e meu estilo é livre, porém com identidade no traço e técnicas”, explica.
Versátil, o artista vai ocupar as duas salas da galeria. Em uma estarão reunidas as produções em preto e branco e, no outro ambiente, as produções com cores. “O conceito é equilíbrio entre o monocromático e policromático. Assim é a vida real”, completa. A exposição tem curadoria de arte do produtor Cristiano Cardoso, integrante da Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Dimus/Ipac).
Também chamado de operário cultural, Denissena é autodidata. Possui um repertório rico e uma produção artística que reúne diferentes tipos de linguagens – caricaturas, desenhos, pinturas, arte digital e esculturas. Através de suas telas nos faz refletir conceitos de identidade e cidadania.
CENTRO CULTURAL SOLAR FERRÃO – Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), o casarão construído entre o fim do século XVII e início do XVIII possui seis andares e abriga a Galeria Solar Ferrão, o Museu Abelardo Rodrigues e quatro coleções: a Coleção de Arte Popular (ampliada pela arquiteta Lina Bo Bardi) que reúne peças representativas da cultura popular do Nordeste coletadas entre as décadas de 50 e 60; a Coleção de Arte Africana Claudio Masella, que mostra a riqueza estética e a diversidade da produção cultural africana do século XX; a Coleção de Instrumentos Musicais Walter Smetak, suíço que marcou a história da música brasileira, influenciando movimentos como a Tropicália; e a Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi. O Solar Ferrão integra os espaços administrados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).
“Inquietude na contemporaneidade” – Exposição de Denissena
Local: Galeria do Solar Ferrão
Abertura: 08/11, às 10h – Em cartaz até 25/01/20.
Endereço: Rua Gregório de Mattos, 45 – Pelourinho, Salvador (BA)
Visitação: terça a sexta, das 10h às 17h; sábado das 13h às 17h
Entrada: grátis
Contato: (71) 3116-6743 / Denissena (71) 98811-8891



Abertura da Exposição Inquietude na Contemporaneidade





Abertura da Exposição Inquietude na Contemporaneidade do artista visual Denissena.
Centro Cultural Solar do Ferrão, Pelourinho. 09/11, 10:30.
Curadoria de arte e fotos: Cristiano Cardoso.




Clipping






Clipping. Exposição Inquietude na Contemporaneidade do artista visual Denissena
Caderno 2, Jornal A Tarde. Jornal Correio.

“Inquietude na contemporaneidade” – Exposição de Denissena


Produções inéditas do artista visual Denissena podem ser conferidas a partir de sexta-feira (08), na Galeria do Centro Cultural Solar Ferrão, no Pelourinho, em Salvador. A exposição “Inquietude na contemporaneidade” reúne trabalhos em 6 linguagens: 20 pinturas acrílicas sobre telas; 7 impressões de arte digital; 3 desenhos com aplicação das técnicas lápis, nanquim e lápis de cor; 3 esculturas de ferro com arte grafite e uma instalação produzida com materiais reaproveitados. A mostra fica em cartaz até 25 de janeiro de 2020, no Solar Ferrão, espaço administrado pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

Nas produções de pinturas em telas, arte digital e grafite, Denissena traz as expressões das figuras humanas, dialogando sobre as questões étnicas-raciais, gênero e identidade. No desenho surge a denúncia que revela as injustiças sociais, com a composição do cenário urbano. Nas esculturas, ele retrata a luta do ser humano com as expressões e formas em 3D. Na instalação produzida com materiais reaproveitados, traz a questão ambiental, convidando o público a refletir e contemplar o movimento das aranhas. “A ideia é dialogar sobre as direções e escolhas do ser humano. Trago a simbologia da aranha e outros elementos universais na composição da obra que traduz um pouco do movimento da vida. A construção é orgânica e cheia de metáforas visuais”, informa o artista.

Sobre o tema da exposição, Denissena diz que são muitas inquietudes. “A exposição traduz a minha inquietação em relação com a arte no cotidiano. A contemporaneidade traz a característica, particularidade ou estado de ser contemporâneo; qualidade de existir ao mesmo tempo; coexistência. Além disso, há um bom tempo venho desejando realizar uma exposição com diversas linguagens visuais. Para esta nova exposição, eu pintei figuras humanas - onde trago os meus personagens -, além do estilo abstrato, paisagem urbana e elementos universais materializados na instalação. Trabalho com diversas temáticas e meu estilo é livre, porém com identidade no traço e técnicas”, explica.

Versátil, o artista vai ocupar as duas salas da galeria. Em uma estarão reunidas as produções em preto e branco e, no outro ambiente, as produções com cores. “O conceito é equilíbrio entre o monocromático e policromático. Assim é a vida real”, completa. A exposição tem curadoria de arte do produtor Cristiano Cardoso, integrante da Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Dimus/Ipac).

Também chamado de operário cultural, Denissena é autodidata. Possui um repertório rico e uma produção artística que reúne diferentes tipos de linguagens - caricaturas, desenhos, pinturas, arte digital e esculturas. Através de suas telas nos faz refletir conceitos de identidade e cidadania.

Centro Cultural Solar Ferrão - Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), o casarão construído entre o fim do século XVII e início do XVIII possui seis andares e abriga a Galeria Solar Ferrão, o Museu Abelardo Rodrigues e quatro coleções: a Coleção de Arte Popular (ampliada pela arquiteta Lina Bo Bardi) que reúne peças representativas da cultura popular do Nordeste coletadas entre as décadas de 50 e 60; a Coleção de Arte Africana Claudio Masella, que mostra a riqueza estética e a diversidade da produção cultural africana do século XX; a Coleção de Instrumentos Musicais Walter Smetak, suíço que marcou a história da música brasileira, influenciando movimentos como a Tropicália; e a Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi. O Solar Ferrão integra os espaços administrados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

“Inquietude na contemporaneidade” – Exposição de Denissena
Local: Galeria do Solar Ferrão
Abertura: 08/11, às 10h - Em cartaz até 25/01/20 
Endereço: Rua Gregório de Mattos, 45 - Pelourinho, Salvador (BA)
Visitação: Terça a sexta, das 10h às 17h; sábado das 13h às 17h
Entrada: Grátis



Dragão sobre o teto




Intervenção de arte do artista visual Denissena, convidado pela empresa Obvio a pintar artisticamente o teto do hall do Edf. Suarez Trade, Av. Tancredo Neves,  450, Caminho das Árvores , Salvador - Bahia.

Inusitada ação artística com as medidas de 8 metros  por 4 de largura, com a aplicação da técnica spray a mão livre, que resultou algo parecido ao dragão Banguela, super moderno.

Agradecimentos aos queridos inspiradores Albano Oliveira e  Rogerio da empresa Obvio.
Fotos: Albano Oliveira