Memorável Oscar Schmidt
Oscar Daniel Bezerra Schmidt foi um jogador brasileiro de basquetebol, considerado um dos maiores jogadores de basquete de todos os tempos, mesmo sem ter atuado na NBA. Possuía 2,05 m de altura e seu número da sorte era o 14, número que usou no Pan de 1987, porém em 1990 na FIBA usou o número 6.Nascimento 16 de fevereiro de 1958, Natal, Rio Grande do Norte. Falecimento 17 de abril de 2026 (idade 68 anos), Santana de Parnaíba, São Paulo. Fonte de pesquisa wekipédia. Arte por Denissena Fóssil @operariocultural
Eterno Luiz Gama
Luís Gama (1830–1882) foi um rábula (advogado autodidata), poeta, jornalista e abolicionista brasileiro que libertou mais de 500 pessoas escravizadas. Filho de mãe negra livre, foi escravizado na infância, mas conquistou a liberdade judicialmente. Especializou-se na defesa de cativos ilegais baseando-se na lei de 1831. Reconhecido em 2015 pela OAB e com título póstumo de Honoris Causa pela USP. Ele nasceu livre e é vendido como escravizado ainda criança, pelo próprio pai. Aprende a ler, torna-se ativista e dedica sua vida a libertar pessoas que, como ele, nasceram livres e foram colocadas sob correntes. Luiz Gama, foi o primeiro advogado afro-brasileiro do Brasil.Em 2021, recebeu o título póstumo de Doutor Honoris Causa pela Universidade de São Paulo (USP). A homenagem, aprovada por unanimidade, reconheceu sua atuação brilhante no século XIX para a libertação de centenas de escravizados, sendo a primeira vez que a instituição concedeu o título a um brasileiro negro.
Principais Feitos e Atuação:
Abolicionismo Jurídico: Utilizava o direito e o habeas corpus para libertar escravizados, especialmente aqueles que entraram no Brasil após a lei de 1831, que proibia o tráfico.
Advogado Autodidata: Sem diploma formal, estudou direito em bibliotecas e libertou centenas de pessoas.
Reconhecimento: Reconhecido oficialmente pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em 2015 como advogado e nomeado Patrono da Abolição da Escravidão.
Pioneirismo: Atuou como um dos principais líderes negros e intelectuais no século XIX, lutando contra o racismo e a monarquia. Fonte de pesquisa: Wikipédia. Arte por Denissena Fóssil. @operariocultural
Tia Ciata é pra sempre!
Hilária Batista de Almeida, conhecida como Tia Ciata (Santo Amaro da Purificação, 13 de janeiro de 1854 – Rio de Janeiro, 10 de abril de 1924) foi uma sambista, mãe de santo e curandeira brasileira, considerada por muitos como uma das figuras mais influentes para o surgimento do samba carioca. Foi iniciada no candomblé em Salvador por Bamboxê Obiticô e era filha de Oxum.
No Rio de Janeiro, era iaquequerê na casa de João Alabá. Também ficou marcada como uma das principais animadoras da cultura afro-brasileira, sobretudo na região central carioca. Em sua casa na Praça Onze, onde os sambistas se reuniam, foi criado o primeiro samba gravado em disco.[3][4]
Tia Ciata se tornou a grande dama das comunidades negras no Brasil pós-abolição e uma das principais incentivadoras do samba depois de abrir as portas de sua casa para reuniões de sambistas pioneiros quando a prática ainda era proibida por lei. Fonte de pesquisa: Wikipédia. Arte por Denissena Fóssil. @operariocultural
Inesquecível Áfrika Bambaataa
Afrika Bambaataa, nome artístico de Lance Taylor (Bronx, Nova Iorque, 19 de abril de 1957 – Pensilvânia, 9 de abril de 2026) foi um DJ, cantor, compositor, produtor e ativista americano conhecido por ser líder da banda Zulu Nation. Além de ter inovado os paradigmas do electro, também é reconhecido como sendo o padrinho do Hip Hop por ter sido o primeiro a utilizar o termo e dar as bases técnica e artística para o "Hip Hop" formando assim uma nova cultura que se expandia nos bairros negros e latinos da cidade de Nova Iorque e que congregava DJs, MCs, Writers (grafiteiros), B.boys e B.Girls (dançarinos de Breaking). Faleceu na data 09 de abril de 2026, 68 anos. Fonte de pesquisa: Wikipedia. Arte por Denissena Fóssil
Conceição Evaristo
Conceição Evaristo é uma importante escritora brasileira. Seus contos, romances, poesias e ensaios tratam de questões ligadas à ancestralidade e afrobrasilidade.
Nascida em Belo Horizonte (MG), em 29/11/ 1946, Conceição veio de uma família humilde e trabalhou como empregada doméstica até 1971. Dois anos depois se muda para o Rio de Janeiro, onde se forma em Letras pela UFRJ.
Em 1996 se torna mestra em Literatura pela PUC/RJ com a dissertação Literatura Negra: uma poética da nossa afro-brasilidade. Em 2011 conclui doutorado na UFF com a tese Poemas Malungos – Cânticos Irmãos.
Ingressa na cena literária a partir do anos 90, quando passa a publicar seus textos na série Cadernos Negros, publicação do Grupo Quilombhoje.
Além de escritora, Conceição também atuou como docente em Universidades e instituições no Rio de Janeiro, Bahia, Rio Grande do Sul e Minas Gerais.
Fonte Pesquisa virtual. Arte por Denissena Fóssil. @operariocultural
Venerável Gandhi
Mohandas Karamchand Gandhi, mais conhecido como Mahatma Gandhi, foi um advogado, estadista, líder espiritual e ativista indiano. Considerado também um líder religioso, além de nacionalista, anticolonialista e especialista em ética política indiana.
Mohandas Karamchand Gandhi (em gujarati: મોહનદાસ કરમચંદ ગાંધી) (Porbandar, 2 de outubro de 1869 — Nova Deli, 30 de janeiro de 1948), mais conhecido como Mahatma Gandhi ("Venerável Gandhi", sendo Mahatma um título), foi um advogado, estadista,líder espiritual e ativista indiano. Considerado também um líder religioso, além de nacionalista, anticolonialista e especialista em ética política indiana. Ficou conhecido por ter empregado a resistência não violenta para liderar a campanha bem-sucedida pela independência da Índia do Reino Unido[9] e, por sua vez, por inspirar movimentos pelos direitos civis e pela liberdade em todo o mundo. O título honorífico Mahātmā (do sânscrito: "de grande alma", "venerável"), aplicado-lhe pela primeira vez em 1914 na África do Sul, é agora usado em todo o mundo. O aniversário de Gandhi, 2 de outubro, é comemorado na Índia como Gandhi Jayanti, um feriado nacional e em todo o mundo como o Dia Internacional da Não Violência. Gandhi nasceu e foi criado em uma família hindu no litoral de Guzerate, oeste da Índia, e se formou em Direito no Inner Temple, Londres, Inglaterra. É comumente — embora não formalmente — considerado o Pai da Pátria indiana, também chamado de Bapu (Guzerate: carinho por pai, papa). Fonde pesquisa wikipédia. Arte por Denissena Fóssil. @operariocultural
Memorável Carolina de Jesus
Carolina Maria de Jesus foi uma escritora, cantora, compositora e poetisa brasileira. Uma das primeiras escritoras negras do Brasil, De Jesus é considerada uma das mais importantes escritoras do país, de tal modo que sua obra e vida permanecem objetos de diversos estudos, tanto no Brasil quanto no exterior.
Nascimento 14 de março de 1914, Sacramento, Minas Gerais - Falecimento 13 de fevereiro de 1977 (62 anos); São Paulo, SP, República Federativa do Brasil. Arte por Denissena Fóssil . @operariocultural
Memorável Paulo Freire ( 1921- 1997)
Paulo Freire (1921-1997) foi um educador e filósofo brasileiro, patrono da educação brasileira, mundialmente reconhecido por sua pedagogia libertadora e método de alfabetização de adultos. Defensor do ensino horizontal e do diálogo, criticou a "educação bancária", focando na consciência crítica e na realidade do aluno.
Destaques de sua Trajetória:
Método Paulo Freire: Desenvolvido no início dos anos 1960, destacou-se pela alfabetização rápida de adultos, como em Angicos (RN) em 1963, usando a realidade local dos alunos.
Exílio e Obra: Após o golpe de 1964, foi preso e exilado, escrevendo sua principal obra, "Pedagogia do Oprimido", no Chile, um dos livros mais citados na educação mundial.
Reconhecimento: Recebeu mais de 40 títulos de Doutor Honoris Causa por instituições como Harvard e Oxford, sendo um dos pensadores mais influentes da pedagogia mundial.
Atuação: Foi professor da Unicamp e PUC-SP, além de Secretário de Educação de São Paulo (1989-1991) na gestão Luiza Erundina.
Sua pedagogia baseia-se na valorização do saber popular e na educação como ato político e libertador. Um símbolo de luta pela educação. Fonte virtual de pesquisa. Arte por Denissena Fóssil. @operariocultural
Kabengele Munanga
Kabengele Munanga nasceu em 1940, em Bakwa-Kalonji, República Democrática do Congo (ex-Zaire e ex-colônia belga). Graduou-se em antropologia social e cultural pela Universidade Oficial do Congo, em 1969, tornando-se o primeiro antropólogo de seu país. Ao longo de sua trajetória, produziu mais de 150 trabalhos, entre livros, capítulos de livros e artigos. Seus principais temas de pesquisa são racismo, identidade negra, negritude, multiculturalismo, educação e relações étnico-raciais, políticas antirracistas.
Museu da Pessoa, Kabengele Munanga, 1977.Museu da Pessoa, Kabengele Munanga, 1977.
Seus estudos de pós-graduação se iniciaram na Universidade Católica de Louvain, Bélgica. No início de seu doutoramento o antropólogo dedicou-se a pesquisar as artes africanas. Entretanto, ao retornar ao seu país de origem para mais uma temporada de trabalho de campo, foi politicamente perseguido por um governo ditatorial e impossibilitado de retornar à Bélgica, sendo obrigado a interromper o doutorado. Convidado a vir para o Brasil em 1975, Munanga defendeu sua tese na Universidade de São Paulo (USP), em 1977, sob o título Os Basanga de Shaba: um grupo étnico do Zaire. Ensaio de antropologia geral. Trata-se de uma monografia clássica que aborda temas como sistema de parentesco, religião e economia. Apesar dos traços funcionalistas que evidenciam a influência de seu orientador Theodor Theuws, ex-aluno de Evans-Pritchard (1902-1973), o trabalho tem o mérito de mostrar como a situação colonial influencia o modo de vida da sociedade Basanga.
No Brasil, foi professor visitante na Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo e na Universidade Federal do Rio Grande do Norte, antes de ingressar na Universidade de São Paulo (1980-2012); na USP, atuou como professor do Departamento de Antropologia e dirigiu o Centro de Estudos Africanos (2006-2010). Ademais, foi diretor do Museu de Arqueologia e Etnologia (1983-1989) e vice-diretor do Museu de Arte Contemporânea (2002-2006). Em 2023, recebeu da instituição, o título de professor emérito.
As situações de racismo e discriminação experimentadas por Munanga no Brasil marcariam definitivamente sua produção, influenciando sua decisão de estudar questões étnico-raciais no país, enfrentando discussões como negritude, mestiçagem, racismo e educação. Sobre esses temas, publicou, entre outros, Negritude: Usos e Sentidos (1998) e Rediscutindo a mestiçagem no Brasil (1999). No primeiro, o autor parte do conceito de negritude, referindo-se ao movimento literário afro-franco-caribenho da Negritude, iniciado nos anos 1930 pelos escritores e políticos Aimé Césaire (1913-2008), da Martinica, Leopold Sédar Senghor (1906-2001), do Senegal, e Léon-Gontran Damas (1912-1978), da Guiana Francesa; estes defendiam que a noção de negritude fosse mobilizada em oposição ao colonialismo e ao eurocentrismo, propondo a valorização das culturas africanas tradicionais e a afirmação da identidade negra. Para Cesáire, especialmente, a negritude repousaria no reconhecimento do ser negro e na compreensão da história e cultura africanas. Munanga recuperou essa discussão e lembrou que, para o autor martinicano, negritude relacionava-se a três categorias formadoras da personalidade cultural negra africana: identidade, fidelidade e solidariedade. Enquanto identidade dizia respeito ao orgulho de ser negro, fidelidade correspondia à ligação com a “terra-mãe” (África) e solidariedade ao sentimento que ligaria “todos os irmãos negros do mundo”.
Ao mobilizar a categoria, Munanga realiza um balanço histórico-antropológico das condições coloniais que resultaram na emergência da noção de “raça”. Como lembra o autor, os europeus tanto inventaram o racismo com o apoio de pressupostos pseudocientíficos, como produziram hierarquias sociais para desumanizar as pessoas negras e colocar a “raça branca” no topo da escala civilizatória. Aos africanos e seus descendentes (racializados e desumanizados), restaria a opção de assimilar os costumes e ideias do dominador branco, ainda que a assimilação nunca os colocasse em condições plenas de igualdade. O conceito de negritude aparece, assim, como uma ferramenta política e epistemológica que supõe um duplo movimento: recusar-se a aderir aos costumes brancos e assumir conscientemente uma postura de solidariedade com a identidade e a raça negras, ressignificando e valorizando as culturas africanas e combatendo o eurocentrismo. Apesar de a categoria raça não ter fundamento científico em seu sentido biológico, Munanga defende a utilidade sociológica do termo. Desprovido de seus traços coloniais, o conceito poderia colaborar para a valorização da identidade negra e da negritude como instrumentos de contraposição ao racismo.
Outra discussão central para Munanga diz respeito às configurações da mestiçagem no Brasil. Em Rediscutindo a mestiçagem no Brasil (1999), ele analisa como a categoria foi pensada como um elemento fulcral da identidade brasileira e utilizada para cristalizar uma suposta superioridade branca. Ao contrário de regimes onde a segregação racial era legalizada, como nos Estados Unidos e na África do Sul, a ideia de mestiçagem acabou cooperando para camuflar o racismo estrutural no Brasil. Mostra ainda que intelectuais como Silvio Romero (1851-1914) e Gilberto Freyre (1900-1987) ao tomarem a mestiçagem como traço central da identidade nacional, terminaram por nublar o racismo. Contra isso, Munanga dialoga com teóricos e ativistas do movimento negro, como Abdias Nascimento (1914-2011), e lembra que a mestiçagem brasileira resultou de processos históricos violentos que buscavam apagar os legados da população africana e seus descendentes para a formação da nação.
Munanga vem participando ativamente do debate público a respeito da identidade negra e das condições da população afrodescendente no Brasil. Tal como outros intelectuais e ativistas, tem sido um entusiasta de iniciativas como a obrigatoriedade do ensino de África e de cultura afro-brasileira em todos os níveis educacionais (Lei 10.639/2003) e das políticas de ações afirmativas; considera tais iniciativas instrumentos para a valorização da identidade negra e da diversidade racial, e de enfrentamento ao racismo. Engajada, social e politicamente, a obra de Munanga situa-se no limite entre a antropologia das populações afro-brasileiras e a educação das relações étnico-raciais e propõe diálogos fundamentais entre a antropologia, a história e a educação. Um bom exemplo de suas contribuições para a educação das relações étnico-raciais é a coletânea Superando o racismo na escola (1999). A obra sugere práticas pedagógicas para o combate ao racismo e a valorização da diversidade racial na escola, desconstruindo estereótipos sobre a população negra e valorizando as tradições afro-brasileiras.
Embora não tenha elaborado categorias analíticas inéditas para refletir sobre a realidade das populações africanas em diáspora, o autor tem resgatado, historicizado e reinterpretado categorias antropológicas como raça, negritude e identidade negra. Tais conceitos têm se mostrado ferramentas teóricas potentes para a militância antirracista, para o debate público e para a educação, e seguem fornecendo subsídios teóricos para a formação de antropólogos, historiadores e educadores.
Fonte: Pesquisa vitual https://ea.fflch.usp.br/autor/kabengele-munanga. Arte Por Denissena Fóssil. @operariocultural
Memorável Chico Mendes - Um símbolo da luta pela preservação da Amazônia
Francisco Alves Mendes Filho, mais conhecido como Chico Mendes (Xapuri/Acre: 15 de dezembro de 1944 - 22 de dezembro de 1988), foi um ambientalista, sindicalista, ativista político e seringueiro. Militante da reforma agrária e da conservação do meio ambiente, além de fundador de reservas extrativistas não predatórias, Chico Mendes foi assassinado por donos de terras opositores à sua luta.
Chico Mendes nasceu no seringal Porto Rico, localizado na região de Xapuri, no Acre. Com pai seringueiro, ele acompanhou o trabalho dos seringueiros desde a infância, tornando-se profissional da área. Diferentemente de outros seringueiros, que eram analfabetos devido ao difícil acesso aos estudos na região, Mendes alfabetizou-se aos 16 anos, quando aprendeu a ler e escrever com Euclides Távora, refugiado político que morava próximo de sua casa. O ambientalista brasileiro Chico Mendes inspirou a música "How Many People" de Paul McCartney, lançada em 1989 no álbum Flowers in the Dirt. Impressionado pela luta de Mendes na preservação da Amazônia e comovido por seu assassinato em 1988, Paul dedicou a canção ao seringueiro como um tributo à sua coragem.
Lutou a favor dos seringueiros da Bacia Amazônica, cuja subsistência dependia da preservação da floresta e das seringueiras nativas. Nascimento
Foi assassinado pelos donos de terras opositores à sua luta. Fonte: Pesquisa virtual. Arte por Denissena Fóssil . @operariocultural
Rainha Nzinga Mbandi (1582–1663)
A Rainha Nzinga Mbandi (c. 1582–1663) foi uma soberana dos reinos do Ndongo e da Matamba (atual Angola), célebre estrategista militar e diplomata que liderou a resistência contra a colonização portuguesa no século XVII. Reconhecida por defender a soberania de seu povo, governou por cerca de 40 anos, tornando-se um ícone africano. Principais Feitos e Características:
Líder Guerreira e Diplomata: Nzinga, também batizada como Ana de Sousa, usou táticas de guerrilha, espionagem e alianças estratégicas (incluindo com os holandeses) para enfrentar o avanço colonial.
A "Cena da Cadeira": Em uma famosa negociação de paz, ao notar que o governador português não ofereceu uma cadeira, Nzinga ordenou que uma de suas criadas se ajoelhasse, sentando-se em suas costas para falar com o governador em pé de igualdade.
Resistência à Escravidão: Lutou contra o tráfico de escravizados na região, estabelecendo o Reino da Matamba como um refúgio e poder regional.
Legado: Ela é considerada uma heroína nacional em Angola e um símbolo de luta anticolonial, sendo sua figura lembrada em monumentos e na cultura brasileira.
Nzinga faleceu aos 82 anos, após uma vida dedicada a frear a dominação portuguesa na África central. Fonte: Pesquisa virtual. Arte por Denissena Fóssil. @operariocultural
Jesus Cristo
Jesus, também chamado Jesus de Nazaré (n. 7–2 a.C. – m. 30–33 d.C.), foi um pregador e líder religioso judeu do primeiro século.[11] É a figura central do cristianismo e aquele que os ensinamentos de maior parte das denominações cristãs, além dos judeus messiânicos, consideram ser o Filho de Deus. O cristianismo e o judaísmo messiânico consideram Jesus como o Messias aguardado no Antigo Testamento e referem-se a ele como Jesus Cristo, um nome também usado fora do contexto cristão.
Praticamente todos os académicos contemporâneos concordam que Jesus existiu realmente, embora não haja consenso sobre a confiabilidade histórica dos evangelhos e de quão perto o Jesus bíblico está do Jesus histórico.[18] A maior parte dos académicos concorda que Jesus foi um pregador judeu da Galileia, foi batizado por João Batista e crucificado por ordem do governador romano Pôncio Pilatos. Os académicos construíram vários perfis do Jesus histórico, que geralmente o retratam em um ou mais dos seguintes papéis: o líder de um movimento apocalíptico, o Messias, um curandeiro carismático, um sábio e filósofo, ou um reformista igualitário. A investigação tem vindo a comparar os testemunhos do Novo Testamento com os registos históricos fora do contexto cristão de modo a determinar a cronologia da vida de Jesus.
Fonte de pesquisa: Wikipédia. Arte por Denissena Fóssil. @operariocultural
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