Arte Mural Salvador
Chegamos ao último capítulo dessa primeira travessia artística pela Av. Bonocô —
mas talvez seja só o começo de um novo jeito de olhar para esta região da
cidade. E para encerrar esse percurso, trazemos mais 3 dos 18 artistas
convidados que ajudam a transformar o circuito Pilares da Cidade em uma grande
galeria de arte pública a céu aberto. * @raskleber * @isa.muria *
@operariocultural Rask assina uma das obras que acabou se tornando a própria
assinatura visual do circuito: o lettering “Pilares da Cidade”. Inspirado na
estética dos cartazistas populares dos mercadinhos e comércios dos bairros do
entorno da Av. Bonocô, o artista transforma a tipografia em homenagem ao
território e às comunidades locais — reconhecendo a potência visual que já
existe na rua e fazendo do próprio nome do projeto um gesto de pertencimento.
Nesse mesmo portal, Isa Muriá amplia a narrativa da obra ao inserir peixes em
ciclo infinito, criando uma imagem sobre fluxo, continuidade e movimento. Os
peixes evocam o deslocamento diário das pessoas que atravessam a cidade, mas
também reverenciam os rios que um dia cruzaram esse território e sustentaram
modos de vida, servindo de alimento para moradores e fonte de sustento para
pescadores. Isa também marca presença na obra “Salvador Terra Indígena” e “Salve
as Folhas”, trazendo uma homenagem ao texto de Ildásio Tavares eternizado nas
vozes de Maria Bethânia e Gerônimo — um convite ao cuidado, à ancestralidade e
ao reconhecimento da natureza como força que sustenta a vida e os caminhos.
Encerrando esta sequência, Denissena apresenta uma homenagem a Raul Seixas,
retomando uma das homenagens da 4ª edição do Projeto MURAL – Movimento Urbano de
Arte Livre. Entre símbolo, personagem e memória afetiva, a obra celebra um
artista que atravessa gerações e continua provocando liberdade, invenção e novos
modos de existir. Esta iniciativa conta com a realização da @prefsalvador, por
meio da @fgmoficial e da @secultsalvador, com curadoria artística e execução da
@trevo.producoes. Apoio institucional: @ccrmetrobahiaoficial Imagens:
@arivaldopublio Design gráfico: @allteracomunicacao
Mural Raul Seixas - 80 anos
Intervenção artística em homenagem ao memorável Raul Seixas - 80 anos. A arte foi assinada pelo artista visual baiano Denissena Fóssil, e a obra está exposta no pilar do metrô, localizado na Av. Bonocô, Cidade Salvador Ba.
o artista foi contemplado no edital Projeto Mural, 4ª edição, financiado pela Viva Cultura, FGM e a produção da Trevo Produções. Vale apena conferir e contemplar mais de 16 expressões poéticas visuais de artistas locais na nova galeria de arte a céu aberto. Viva o acesso a arte, cultura e educação! @operariocultural
Memorável Oscar Schmidt
Oscar Daniel Bezerra Schmidt foi um jogador brasileiro de basquetebol, considerado um dos maiores jogadores de basquete de todos os tempos, mesmo sem ter atuado na NBA. Possuía 2,05 m de altura e seu número da sorte era o 14, número que usou no Pan de 1987, porém em 1990 na FIBA usou o número 6.Nascimento 16 de fevereiro de 1958, Natal, Rio Grande do Norte. Falecimento 17 de abril de 2026 (idade 68 anos), Santana de Parnaíba, São Paulo. Fonte de pesquisa wekipédia. Arte por Denissena Fóssil @operariocultural
Eterno Luiz Gama
Luís Gama (1830–1882) foi um rábula (advogado autodidata), poeta, jornalista e abolicionista brasileiro que libertou mais de 500 pessoas escravizadas. Filho de mãe negra livre, foi escravizado na infância, mas conquistou a liberdade judicialmente. Especializou-se na defesa de cativos ilegais baseando-se na lei de 1831. Reconhecido em 2015 pela OAB e com título póstumo de Honoris Causa pela USP. Ele nasceu livre e é vendido como escravizado ainda criança, pelo próprio pai. Aprende a ler, torna-se ativista e dedica sua vida a libertar pessoas que, como ele, nasceram livres e foram colocadas sob correntes. Luiz Gama, foi o primeiro advogado afro-brasileiro do Brasil.Em 2021, recebeu o título póstumo de Doutor Honoris Causa pela Universidade de São Paulo (USP). A homenagem, aprovada por unanimidade, reconheceu sua atuação brilhante no século XIX para a libertação de centenas de escravizados, sendo a primeira vez que a instituição concedeu o título a um brasileiro negro.
Principais Feitos e Atuação:
Abolicionismo Jurídico: Utilizava o direito e o habeas corpus para libertar escravizados, especialmente aqueles que entraram no Brasil após a lei de 1831, que proibia o tráfico.
Advogado Autodidata: Sem diploma formal, estudou direito em bibliotecas e libertou centenas de pessoas.
Reconhecimento: Reconhecido oficialmente pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em 2015 como advogado e nomeado Patrono da Abolição da Escravidão.
Pioneirismo: Atuou como um dos principais líderes negros e intelectuais no século XIX, lutando contra o racismo e a monarquia. Fonte de pesquisa: Wikipédia. Arte por Denissena Fóssil. @operariocultural
Tia Ciata é pra sempre!
Hilária Batista de Almeida, conhecida como Tia Ciata (Santo Amaro da Purificação, 13 de janeiro de 1854 – Rio de Janeiro, 10 de abril de 1924) foi uma sambista, mãe de santo e curandeira brasileira, considerada por muitos como uma das figuras mais influentes para o surgimento do samba carioca. Foi iniciada no candomblé em Salvador por Bamboxê Obiticô e era filha de Oxum.
No Rio de Janeiro, era iaquequerê na casa de João Alabá. Também ficou marcada como uma das principais animadoras da cultura afro-brasileira, sobretudo na região central carioca. Em sua casa na Praça Onze, onde os sambistas se reuniam, foi criado o primeiro samba gravado em disco.[3][4]
Tia Ciata se tornou a grande dama das comunidades negras no Brasil pós-abolição e uma das principais incentivadoras do samba depois de abrir as portas de sua casa para reuniões de sambistas pioneiros quando a prática ainda era proibida por lei. Fonte de pesquisa: Wikipédia. Arte por Denissena Fóssil. @operariocultural
Inesquecível Áfrika Bambaataa
Afrika Bambaataa, nome artístico de Lance Taylor (Bronx, Nova Iorque, 19 de abril de 1957 – Pensilvânia, 9 de abril de 2026) foi um DJ, cantor, compositor, produtor e ativista americano conhecido por ser líder da banda Zulu Nation. Além de ter inovado os paradigmas do electro, também é reconhecido como sendo o padrinho do Hip Hop por ter sido o primeiro a utilizar o termo e dar as bases técnica e artística para o "Hip Hop" formando assim uma nova cultura que se expandia nos bairros negros e latinos da cidade de Nova Iorque e que congregava DJs, MCs, Writers (grafiteiros), B.boys e B.Girls (dançarinos de Breaking). Faleceu na data 09 de abril de 2026, 68 anos. Fonte de pesquisa: Wikipedia. Arte por Denissena Fóssil
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