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Venerável Gandhi

Mohandas Karamchand Gandhi, mais conhecido como Mahatma Gandhi, foi um advogado, estadista, líder espiritual e ativista indiano. Considerado também um líder religioso, além de nacionalista, anticolonialista e especialista em ética política indiana. Mohandas Karamchand Gandhi (em gujarati: મોહનદાસ કરમચંદ ગાંધી) (Porbandar, 2 de outubro de 1869 — Nova Deli, 30 de janeiro de 1948), mais conhecido como Mahatma Gandhi ("Venerável Gandhi", sendo Mahatma um título), foi um advogado, estadista,líder espiritual e ativista indiano. Considerado também um líder religioso, além de nacionalista, anticolonialista e especialista em ética política indiana. Ficou conhecido por ter empregado a resistência não violenta para liderar a campanha bem-sucedida pela independência da Índia do Reino Unido[9] e, por sua vez, por inspirar movimentos pelos direitos civis e pela liberdade em todo o mundo. O título honorífico Mahātmā (do sânscrito: "de grande alma", "venerável"), aplicado-lhe pela primeira vez em 1914 na África do Sul, é agora usado em todo o mundo. O aniversário de Gandhi, 2 de outubro, é comemorado na Índia como Gandhi Jayanti, um feriado nacional e em todo o mundo como o Dia Internacional da Não Violência. Gandhi nasceu e foi criado em uma família hindu no litoral de Guzerate, oeste da Índia, e se formou em Direito no Inner Temple, Londres, Inglaterra. É comumente — embora não formalmente — considerado o Pai da Pátria indiana, também chamado de Bapu (Guzerate: carinho por pai, papa). Fonde pesquisa wikipédia. Arte por Denissena Fóssil. @operariocultural

Memorável Carolina de Jesus

Carolina Maria de Jesus foi uma escritora, cantora, compositora e poetisa brasileira. Uma das primeiras escritoras negras do Brasil, De Jesus é considerada uma das mais importantes escritoras do país, de tal modo que sua obra e vida permanecem objetos de diversos estudos, tanto no Brasil quanto no exterior. Nascimento 14 de março de 1914, Sacramento, Minas Gerais - Falecimento 13 de fevereiro de 1977 (62 anos); São Paulo, SP, República Federativa do Brasil. Arte por Denissena Fóssil . @operariocultural

Memorável Paulo Freire ( 1921- 1997)

Paulo Freire (1921-1997) foi um educador e filósofo brasileiro, patrono da educação brasileira, mundialmente reconhecido por sua pedagogia libertadora e método de alfabetização de adultos. Defensor do ensino horizontal e do diálogo, criticou a "educação bancária", focando na consciência crítica e na realidade do aluno. Destaques de sua Trajetória: Método Paulo Freire: Desenvolvido no início dos anos 1960, destacou-se pela alfabetização rápida de adultos, como em Angicos (RN) em 1963, usando a realidade local dos alunos. Exílio e Obra: Após o golpe de 1964, foi preso e exilado, escrevendo sua principal obra, "Pedagogia do Oprimido", no Chile, um dos livros mais citados na educação mundial. Reconhecimento: Recebeu mais de 40 títulos de Doutor Honoris Causa por instituições como Harvard e Oxford, sendo um dos pensadores mais influentes da pedagogia mundial. Atuação: Foi professor da Unicamp e PUC-SP, além de Secretário de Educação de São Paulo (1989-1991) na gestão Luiza Erundina. Sua pedagogia baseia-se na valorização do saber popular e na educação como ato político e libertador. Um símbolo de luta pela educação. Fonte virtual de pesquisa. Arte por Denissena Fóssil. @operariocultural

Kabengele Munanga

Kabengele Munanga nasceu em 1940, em Bakwa-Kalonji, República Democrática do Congo (ex-Zaire e ex-colônia belga). Graduou-se em antropologia social e cultural pela Universidade Oficial do Congo, em 1969, tornando-se o primeiro antropólogo de seu país. Ao longo de sua trajetória, produziu mais de 150 trabalhos, entre livros, capítulos de livros e artigos. Seus principais temas de pesquisa são racismo, identidade negra, negritude, multiculturalismo, educação e relações étnico-raciais, políticas antirracistas. Museu da Pessoa, Kabengele Munanga, 1977.Museu da Pessoa, Kabengele Munanga, 1977. Seus estudos de pós-graduação se iniciaram na Universidade Católica de Louvain, Bélgica. No início de seu doutoramento o antropólogo dedicou-se a pesquisar as artes africanas. Entretanto, ao retornar ao seu país de origem para mais uma temporada de trabalho de campo, foi politicamente perseguido por um governo ditatorial e impossibilitado de retornar à Bélgica, sendo obrigado a interromper o doutorado. Convidado a vir para o Brasil em 1975, Munanga defendeu sua tese na Universidade de São Paulo (USP), em 1977, sob o título Os Basanga de Shaba: um grupo étnico do Zaire. Ensaio de antropologia geral. Trata-se de uma monografia clássica que aborda temas como sistema de parentesco, religião e economia. Apesar dos traços funcionalistas que evidenciam a influência de seu orientador Theodor Theuws, ex-aluno de Evans-Pritchard (1902-1973), o trabalho tem o mérito de mostrar como a situação colonial influencia o modo de vida da sociedade Basanga. No Brasil, foi professor visitante na Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo e na Universidade Federal do Rio Grande do Norte, antes de ingressar na Universidade de São Paulo (1980-2012); na USP, atuou como professor do Departamento de Antropologia e dirigiu o Centro de Estudos Africanos (2006-2010). Ademais, foi diretor do Museu de Arqueologia e Etnologia (1983-1989) e vice-diretor do Museu de Arte Contemporânea (2002-2006). Em 2023, recebeu da instituição, o título de professor emérito. As situações de racismo e discriminação experimentadas por Munanga no Brasil marcariam definitivamente sua produção, influenciando sua decisão de estudar questões étnico-raciais no país, enfrentando discussões como negritude, mestiçagem, racismo e educação. Sobre esses temas, publicou, entre outros, Negritude: Usos e Sentidos (1998) e Rediscutindo a mestiçagem no Brasil (1999). No primeiro, o autor parte do conceito de negritude, referindo-se ao movimento literário afro-franco-caribenho da Negritude, iniciado nos anos 1930 pelos escritores e políticos Aimé Césaire (1913-2008), da Martinica, Leopold Sédar Senghor (1906-2001), do Senegal, e Léon-Gontran Damas (1912-1978), da Guiana Francesa; estes defendiam que a noção de negritude fosse mobilizada em oposição ao colonialismo e ao eurocentrismo, propondo a valorização das culturas africanas tradicionais e a afirmação da identidade negra. Para Cesáire, especialmente, a negritude repousaria no reconhecimento do ser negro e na compreensão da história e cultura africanas. Munanga recuperou essa discussão e lembrou que, para o autor martinicano, negritude relacionava-se a três categorias formadoras da personalidade cultural negra africana: identidade, fidelidade e solidariedade. Enquanto identidade dizia respeito ao orgulho de ser negro, fidelidade correspondia à ligação com a “terra-mãe” (África) e solidariedade ao sentimento que ligaria “todos os irmãos negros do mundo”. Ao mobilizar a categoria, Munanga realiza um balanço histórico-antropológico das condições coloniais que resultaram na emergência da noção de “raça”. Como lembra o autor, os europeus tanto inventaram o racismo com o apoio de pressupostos pseudocientíficos, como produziram hierarquias sociais para desumanizar as pessoas negras e colocar a “raça branca” no topo da escala civilizatória. Aos africanos e seus descendentes (racializados e desumanizados), restaria a opção de assimilar os costumes e ideias do dominador branco, ainda que a assimilação nunca os colocasse em condições plenas de igualdade. O conceito de negritude aparece, assim, como uma ferramenta política e epistemológica que supõe um duplo movimento: recusar-se a aderir aos costumes brancos e assumir conscientemente uma postura de solidariedade com a identidade e a raça negras, ressignificando e valorizando as culturas africanas e combatendo o eurocentrismo. Apesar de a categoria raça não ter fundamento científico em seu sentido biológico, Munanga defende a utilidade sociológica do termo. Desprovido de seus traços coloniais, o conceito poderia colaborar para a valorização da identidade negra e da negritude como instrumentos de contraposição ao racismo. Outra discussão central para Munanga diz respeito às configurações da mestiçagem no Brasil. Em Rediscutindo a mestiçagem no Brasil (1999), ele analisa como a categoria foi pensada como um elemento fulcral da identidade brasileira e utilizada para cristalizar uma suposta superioridade branca. Ao contrário de regimes onde a segregação racial era legalizada, como nos Estados Unidos e na África do Sul, a ideia de mestiçagem acabou cooperando para camuflar o racismo estrutural no Brasil. Mostra ainda que intelectuais como Silvio Romero (1851-1914) e Gilberto Freyre (1900-1987) ao tomarem a mestiçagem como traço central da identidade nacional, terminaram por nublar o racismo. Contra isso, Munanga dialoga com teóricos e ativistas do movimento negro, como Abdias Nascimento (1914-2011), e lembra que a mestiçagem brasileira resultou de processos históricos violentos que buscavam apagar os legados da população africana e seus descendentes para a formação da nação. Munanga vem participando ativamente do debate público a respeito da identidade negra e das condições da população afrodescendente no Brasil. Tal como outros intelectuais e ativistas, tem sido um entusiasta de iniciativas como a obrigatoriedade do ensino de África e de cultura afro-brasileira em todos os níveis educacionais (Lei 10.639/2003) e das políticas de ações afirmativas; considera tais iniciativas instrumentos para a valorização da identidade negra e da diversidade racial, e de enfrentamento ao racismo. Engajada, social e politicamente, a obra de Munanga situa-se no limite entre a antropologia das populações afro-brasileiras e a educação das relações étnico-raciais e propõe diálogos fundamentais entre a antropologia, a história e a educação. Um bom exemplo de suas contribuições para a educação das relações étnico-raciais é a coletânea Superando o racismo na escola (1999). A obra sugere práticas pedagógicas para o combate ao racismo e a valorização da diversidade racial na escola, desconstruindo estereótipos sobre a população negra e valorizando as tradições afro-brasileiras. Embora não tenha elaborado categorias analíticas inéditas para refletir sobre a realidade das populações africanas em diáspora, o autor tem resgatado, historicizado e reinterpretado categorias antropológicas como raça, negritude e identidade negra. Tais conceitos têm se mostrado ferramentas teóricas potentes para a militância antirracista, para o debate público e para a educação, e seguem fornecendo subsídios teóricos para a formação de antropólogos, historiadores e educadores. Fonte: Pesquisa vitual https://ea.fflch.usp.br/autor/kabengele-munanga. Arte Por Denissena Fóssil. @operariocultural

Memorável Chico Mendes - Um símbolo da luta pela preservação da Amazônia

Francisco Alves Mendes Filho, mais conhecido como Chico Mendes (Xapuri/Acre: 15 de dezembro de 1944 - 22 de dezembro de 1988), foi um ambientalista, sindicalista, ativista político e seringueiro. Militante da reforma agrária e da conservação do meio ambiente, além de fundador de reservas extrativistas não predatórias, Chico Mendes foi assassinado por donos de terras opositores à sua luta. Chico Mendes nasceu no seringal Porto Rico, localizado na região de Xapuri, no Acre. Com pai seringueiro, ele acompanhou o trabalho dos seringueiros desde a infância, tornando-se profissional da área. Diferentemente de outros seringueiros, que eram analfabetos devido ao difícil acesso aos estudos na região, Mendes alfabetizou-se aos 16 anos, quando aprendeu a ler e escrever com Euclides Távora, refugiado político que morava próximo de sua casa. O ambientalista brasileiro Chico Mendes inspirou a música "How Many People" de Paul McCartney, lançada em 1989 no álbum Flowers in the Dirt. Impressionado pela luta de Mendes na preservação da Amazônia e comovido por seu assassinato em 1988, Paul dedicou a canção ao seringueiro como um tributo à sua coragem. Lutou a favor dos seringueiros da Bacia Amazônica, cuja subsistência dependia da preservação da floresta e das seringueiras nativas. Nascimento Foi assassinado pelos donos de terras opositores à sua luta. Fonte: Pesquisa virtual. Arte por Denissena Fóssil . @operariocultural

Rainha Nzinga Mbandi (1582–1663)

A Rainha Nzinga Mbandi (c. 1582–1663) foi uma soberana dos reinos do Ndongo e da Matamba (atual Angola), célebre estrategista militar e diplomata que liderou a resistência contra a colonização portuguesa no século XVII. Reconhecida por defender a soberania de seu povo, governou por cerca de 40 anos, tornando-se um ícone africano. Principais Feitos e Características: Líder Guerreira e Diplomata: Nzinga, também batizada como Ana de Sousa, usou táticas de guerrilha, espionagem e alianças estratégicas (incluindo com os holandeses) para enfrentar o avanço colonial. A "Cena da Cadeira": Em uma famosa negociação de paz, ao notar que o governador português não ofereceu uma cadeira, Nzinga ordenou que uma de suas criadas se ajoelhasse, sentando-se em suas costas para falar com o governador em pé de igualdade. Resistência à Escravidão: Lutou contra o tráfico de escravizados na região, estabelecendo o Reino da Matamba como um refúgio e poder regional. Legado: Ela é considerada uma heroína nacional em Angola e um símbolo de luta anticolonial, sendo sua figura lembrada em monumentos e na cultura brasileira. Nzinga faleceu aos 82 anos, após uma vida dedicada a frear a dominação portuguesa na África central. Fonte: Pesquisa virtual. Arte por Denissena Fóssil. @operariocultural

Jesus Cristo

Jesus, também chamado Jesus de Nazaré (n. 7–2 a.C. – m. 30–33 d.C.), foi um pregador e líder religioso judeu do primeiro século.[11] É a figura central do cristianismo e aquele que os ensinamentos de maior parte das denominações cristãs, além dos judeus messiânicos, consideram ser o Filho de Deus. O cristianismo e o judaísmo messiânico consideram Jesus como o Messias aguardado no Antigo Testamento e referem-se a ele como Jesus Cristo, um nome também usado fora do contexto cristão. Praticamente todos os académicos contemporâneos concordam que Jesus existiu realmente, embora não haja consenso sobre a confiabilidade histórica dos evangelhos e de quão perto o Jesus bíblico está do Jesus histórico.[18] A maior parte dos académicos concorda que Jesus foi um pregador judeu da Galileia, foi batizado por João Batista e crucificado por ordem do governador romano Pôncio Pilatos. Os académicos construíram vários perfis do Jesus histórico, que geralmente o retratam em um ou mais dos seguintes papéis: o líder de um movimento apocalíptico, o Messias, um curandeiro carismático, um sábio e filósofo, ou um reformista igualitário. A investigação tem vindo a comparar os testemunhos do Novo Testamento com os registos históricos fora do contexto cristão de modo a determinar a cronologia da vida de Jesus. Fonte de pesquisa: Wikipédia. Arte por Denissena Fóssil. @operariocultural