Pinturas em telas
Pintura artística sobre tela. A poética visual e identirária do artista visual Denissena Fóssil. @operariocultural
A arte precisa estar em toda a cidade - Lei nº 686/1976
Uma legislação criada há 70 anos para incentivar a presença de obras de arte integradas à arquitetura de Salvador pode voltar ao debate na Câmara Municipal. O tema foi apresentado por Vanessa Vieira, fundadora do Projeto Mural – Movimento Urbano de Arte Livre ( @projeto.mural ), durante participação na Casa Legislativa.
de 1956, tornou Salvador uma das cidades pioneiras do país na adoção de uma legislação voltada à integração entre arte e arquitetura. A medida é apontada como um dos estímulos ao movimento muralista que ganhou força na capital baiana entre as décadas de 1950 e 1970.
Durante sua participação na Câmara, Vanessa defendeu o resgate e a fiscalização da legislação, com o objetivo de ampliar a presença de trabalhos artísticos nos espaços urbanos. A classe artística de interventores urbanos buscam por políticas públicas e culturais, que democratizem o acesso a arte urbana na cidade Salvador.
Domingo com os Performáticos Quilombo
Registros das apresentações dos Grupo Cênico Musical Performáticos no Flipelô e Varanda do Sesi Rio Vermelho, 09/08.Show intitulado Magia Negra. Domingo especial e memorável @p_quilombo866
Performáticos Quilombo na Varanda do Sesi Rio Vermelho
O coletivo cênico musical Performáticos Quilombo apresenta o show "Magia Negra" na Varanda do SESI Rio Vermelho (Salvador) neste domingo, 9 de agosto de 2026, às 16h00. O couvert artístico custa R$ 30,00 e o evento conta com a participação especial da poetisa Renata Lima.
Performáticos Quilombo no Flipelô
Participação dos Performáticos Quilombo no 10º Flipelô. O show gratuito será realizado no Museu Eugênio Teixeira Leal, Pelourinho. Domingo, 09/08, 11h e aberto ao público. Chegue mais!
"Pé do Caboclo"
No Campo Grande, centro de Salvador, está o momumento em homenagem aos caboclos, que lutaram pela independência do Brasil na Bahia. O Dois de Julho representa a vitória militar, o protagonismo popular e relembra a luta sangrenta nas ruas da Bahia, em 1823. Foi preciso uma guerra prolongada (de fevereiro de 1822 a julho de 1823) para garantir, de fato, a soberania nacional. A vitória selou a expulsão definitiva dos colonizadores lusitanos. Toda celebração anual é extremamente pertinente.
Fotos: Denissena Fóssil. @operariocultural
Celebração da independência do Brasil na Bahia - 203 anos (1823 - 2026)
Tarde especial na quinta-feira, 02/07, no Campo Grande, centro de Salvador.
O 2 de julho é uma data cívica e emblemática, que celebra a consolidação da Independência do Brasil, marcando a data em 1823 em que as tropas portuguesas foram definitivamente derrotadas e expulsas do território baiano. A data não apenas encerrou o domínio de Portugal, mas também homenageia a forte participação popular e heróis locais.
Na celebração realizada, registrei imagens poéticas do desfile na chegada ao Campo Grande, a realização das cerimônias oficiais, com o hasteamento das bandeiras, execução dos hinos militares, deposição de coroas de flores, no Monumento ao 2 de Julho, e o acendimento da Pira do Fogo Simbólico pelo atleta Antônio Lourenço Pereira, conhecido como “Trem de Ferro”, homenageado deste ano. Houve também, a presença dos Boiadeiros e uma roda musical com a presença dos indígenas em interação com o público. Logo em seguida, aconteceu o tradicional Encontro das Filarmônicas sob direção artística do maestro Fred Dantas. Fotos: Denissena Fóssil. @operariocultural
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